Sou torcedor do Flamengo e isso está claro desde o primeiro parágrafo, mas não é por isso que digo o que vou dizer. Basta assistir ao Brasileirão com mínima atenção para notar: qualquer time, da elite ou recém-chegado da Série B, entra contra o Flamengo como se estivesse disputando um título. A intensidade muda. É como se todo jogo virasse uma final com holofote ligado.
O Atlético-MG é um bom exemplo recente. Perdeu uma Sul-Americana para o Lanús nos pênaltis, um adversário bem mais fraco. Mas contra o Flamengo, na rodada que poderia decidir o Brasileiro antecipadamente, correu como se fosse vida ou morte. Não é simples “vontade de ganhar”. É o peso de enfrentar o clube que mais atrai audiência, repercussão e cobrança. Todo jogador sabe que se brilhar diante do Flamengo, vira assunto. O país inteiro assiste. O jogo deixa de ser só jogo: vira chance de assinatura na própria carreira.
É por isso que vencer o Flamengo virou, para muitos, questão de honra. E, curiosamente, isso me agrada. Se o adversário dá a vida só porque é contra o Flamengo, é porque o Flamengo virou o parâmetro. Cabe ao time corresponder: nada de afrouxar diante de quem está na zona de rebaixamento nem entrar em campo como se a camisa resolvesse sozinha. Grandeza se confirma jogando, não lembrando passado.
Uma vez Flamengo, Flamengo até morrer ❤️🖤.
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